Black Friday: Procon-SP faz panorama especial sobre o tema
02 de dezembro de 2013Apesar de alguma evolução promovida por poucas empresas atuantes no comércio eletrônico em relação à informação prestada ao consumidor, como a identificação dos produtos participantes por meio de selos ou “hot sites” e a divulgação do seu histórico de preço, os consumidores voltaram a relatar problemas como instabilidade dos sites, preços cheios aumentados para dar a falsa impressão de que o desconto era maior (“maquiagem de desconto”), descontos muito pequenos perto da expectativa gerada e “carrinhos de compra” esvaziados na conclusão da transação.
Foram essas algumas das 87 queixas compartilhadas (até a elaboração da presente matéria) pelos consumidores por meio da “hashtag” #deolhonaBlackFriday nas redes sociais das quais a Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, faz parte, as quais motivaram a instauração de investigação, até o momento, em face da B2W (responsável pelos sites Americanas, Submarino e Shoptime), Nova Pontocom (responsável pelos sites Casas Bahia, Extra e Ponto Frio), Walmart.com, Saraiva, Kabum, Centauro, Editora Escala, Sephora, Ricardo Eletro, Balão da Informática, Dell, Fast Shop, PB Kids, Magazine Luiza, Habib’s, Fnac e Mobly.
Durante a investigação serão apurados os problemas relatados pelos consumidores, especialmente a “maquiagem de desconto” e, se comprovadas as infrações ao Código de Proteção e Defesa do Consumidor, além da aplicação das penalidades nele previstas, o resultado do trabalho será encaminhado ao Ministério Público do Estado de São Paulo para a apuração dos crimes previstos nos artigos 66 (oferta enganosa) e 67 (publicidade enganosa) do Código.
Não seja enganado, fique #deolhonaBlackFriday
Caso se depare com problemas como: promessa de promoção com preços iguais aos praticados dias antes da Blacky Friday ou mudança de preço no momento da finalização da compra feita via internet, por exemplo; denuncie em nossas redes sociais. No Twitter (@proconspoficial) use a “hashtag” #deolhonaBlackFriday envie o print da página com o problema. O mesmo procedimento pode ser feito no Facebook (www.facebook.com/proconsp). Todos os casos serão analisados pela Diretoria de Fiscalização do Procon-SP para possível abertura de processo administrativo quando houver indício de lesão aos direitos dos consumidores.
FONTE: Procon-SP
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